Caveira goes to Hollywood

Por Eduardo Souza Lima
A vitória de "Tropa de elite" em Berlim pode ter pego meio mundo de calças na mão, mas não foi tão surpreendente assim se levarmos em conta que o presidente do júri era Costa-Gavras e o potencial político do filme. É realmente uma pena - ou mais ainda, preocupante - que a nossa sociedade tenha reagido a ele de forma tão inconseqüente. E que o filme de José Padilha tenha sido usado como arma para banalizar ainda mais a nossa tragédia cotidiana.
Marcadores: 58º Festival de Berlim, Cinema
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