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segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Piazzolla à brasileira


O quarteto LiberTango lança hoje, às 19h, o álbum "Cierra tus ojos y escucha" em show gratuito no Allegro Bistrô, da Modern Sound (Rua Barata Ribeiro, 502, Copacabana). Formado pela pianista argentina Estela Caldi, pelo saxofonista e flautista Alexandre Caldi, pelo acordeonista e pianista Marcelo Caldi e pelo cantor Marcelo Rodolfo, o grupo, que há 12 anos reinventa a obra do bandoneonista e compositor argentino Astor Piazzolla, vai interpretar temas como "Invierno porteño", "Escolaso", "Siempre se vuelve a Buenos Aires" (Piazzolla e Eladia Blazquez), "Alguien le dice al tango" (com letra de Jorge Luis Borges), "La muerte del ángel" e a faixa-título, com participação do baixista André Santos. Reservas e informações pelo telefone 2548-5005.

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quarta-feira, 23 de julho de 2008

Meio Picassos


Hoje tem show de metade dos Picassos Falsos, Humberto Effe e Gustavo Corsi, respectivamente voz e letras e guitarra da banda, no Canequinho - o anexo do Canecão -, com repeteco na semana que vem. Mais informações na filipeta aí em cima - clica nela que ela aumenta.

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sábado, 17 de maio de 2008

Daniela Spielmann no Parque das Ruínas


Domingão é dia de Daniela Spielmann no Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas. No roteiro do show da saxofonista, flautista e compositora, que começa às 18h, músicas do seu primeiro álbum solo, como "Frevo de fora" (parceria dela com o violonista Gabriel Improta), "Seu Silva" e "Raxin" – dedicadas, respectivamente, aos pais Raul e Regina Spielmann - e os clássicos "Tico-tico no fubá" (de Zequinha de Abreu), "Isto aqui o que é" (Ary Barroso) e "Cochichando" (Pixinguinha). A instrumentista será acompanhada por Bilinho Teixeira, no violão, Rodrigo Villa, no contrabaixo e Márcio Bahia, na bateria e percussão. O trombonista Zé da Velha e o trompetista Silvério Pontes fazem participações especiais. A entrada é franca.

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sexta-feira, 16 de maio de 2008

Impressão de choro na Baden Powell


Formado por Mauricio Marques (violão requinto e violão 8 cordas), Carlos Chaves (violão de 7 cordas), Marcos Alves (violão de 6 cordas) e Paulo Aragão (violão 8 cordas), o quarteto Maogani lança hoje, a partir das 20:30h, na Sala Baden Powell (Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 360), seu quarto CD, "Impressão de choro". No repertório, Garoto, Villa-Lobos, Hermeto Pascoal, Mauricio Carrilho, Joaquim Callado, Radamés Gnattali, Leandro Braga - autor da faixa que dá nome ao álbum - e Sergio Assad, entre outros. Ingressos a R$ 10e R$ 5 (estudantes e maiores de 65 anos).

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sexta-feira, 18 de abril de 2008

Ozzy e o busum do metal


Por Fernando Barreiros
Ilustração: Marco Donida

Tudo começou em um posto de gasolina em Niterói infestado de punks, metaleiros, nerds metaleiros e hell's angels.
Um ônibus todo preto pára na esquina e todo mundo, quase que ao mesmo tempo, "cacete, ônibus do metauuuu". E é o nosso salvador do metal, Maradona. Não é que nem naquela propaganda em que todo mundo no carro vai headbangueando e no final é porque o carro está com problema no freio, não senhor; era, sim, o ônibus mais satânico do mundo.

Chegamos no lugar do show. O "guarda-volumes" era uma lata de lixo, sim. Mas isso que se foda, eu sou um fã de Ozzy e de Black Label, não um fiscal.

O show começou com os roadies. Quando o primeiro desceu de uma corda a platéia foi à loucura! "ROADIE! ROADIE! ROADIE!". Deram pelo menos umas duas horas de show! Foi muito foda! Depois entra o Black Label, nosso amigo Zakk Wylde vestido de jardineiro dos infernos, sim, ele estava de macacão. Mas ninguém aqui é macho o suficiente pra dizer pra ele "Aí, seu merda, tu parece um jardineiro!". O som estava fuderoso, em todos os solos dele eu pensei "holy hell, THAT'S a guitar". O Black Label termina e começa o show do milhão, quero dizer, do Korn. Claro que foi nessa hora que os metaleiros de verdade saíram para dar uma mijada ou comprar mais birita, porque Korn é uma merda. O show deles acaba e eu sinto um alívio sinistro (sim, foi quando eu estava mijando). Meia hora depois ouvimos a risada demoníaca do Ozzy. Me senti na Disney de novo, sabia que a risada era gravação, mas preferi acreditar. Ele entrou, todo mundo pirou completamente. Toda vez que ele chamava a gente de fuckers, todo mundo, mais uma vez, pirava. Depois de algumas músicas, Zakk Wylde resolveu nos perturbar um pouco com solos de meia hora só para dar um descanso para o velho e cansado Ozzy. Jogaram copos. Eu também jogaria se estivesse mais perto, mas não deu. Na última música da noite, ele (Zack) resolveu tirar uma onda fazendo seu solo em cima da platéia. Jogou a guitarra e depois se jogou. Só ele voltou inteiro. Nossos compatriotas escrotos resolveram meter a guitarra do cara, só que era a guitarra preferida dele, ele é enorme e tava muito puto. Não preciso dizer o que aconteceu, certo?

Depois disso a noite acabou e todo mundo foi ou pogar ao som de Anthrax no estacionamento ou esperar um busum (não do metal) na beira da estrada. Eu fui no busão do metal, claro. Então foi isso, foi um dia do metal, voltei às minhas raízes metaleiras de quando tinha cabelão e parecia a Maria Bethania e me diverti para caralho, menos na hora do Korn.

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segunda-feira, 14 de abril de 2008

Soul music carioca ao vivo




Uma palhinha do encontro dos tijucanos do Conexão Japeri com o madureirense Gerson King Combo na Casa Rosa, sexta-feira passada. Tem pouco porque o som está bem ruim.

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quinta-feira, 10 de abril de 2008

O Rei Black está entre nós


Nosso rei Gerson King Combo (em foto de André Vieira) é o convidado especial da volta da Conexão Japeri - banda na qual se lançou Ed Motta - que acontece amanhã na festa SextaSuper na Casa Rosa (Rua Alice, 550, Laranjeiras). A festa que tem ainda os DJs A e Ailton Areas começa às 22:30h e os ingressos custam R$ 18 (homem) e R$ 10 (mulher).

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terça-feira, 8 de abril de 2008

Cantos de Minas


A cantora e pesquisadora mineira Déa Trancoso (em foto de Marcelo Oliveira) se apresenta amanhã, às 19:30h, no Teatro Rival (Rua Álvaro Alvim, 33 a 37, na Cinelândia), onde vai mostrar o repertório do disco "Tum tum tum". Resultado das andanças da artista por seu estado, o álbum registra cantos de reza, semba, congado, folia, cozinha, terreiro e rua. Déa será acompanhada por André Siqueira, alternando violão e viola caipira de 14 cordas; Tabajara Belo, no violão; e André Vercelino, na percussão. Vânia Lucas (viola da gamba), o Terno de Catopés de Bocaiúva e a cantora e compositora chilena Tita Parra, neta de Violeta Parra, fazem participação especial. Ingressos a R$ 10 (estudantes, maiores de 65 anos e professores da rede pública) e R$ 30 (inteira), com desconto para os 150 primeiros pagantes (R$ 20).

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sexta-feira, 4 de abril de 2008

Macalé de graça no domingo


O cantor e compositor Jards Macalé se apresenta com seu violão no Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas neste domingo a partir das 18h, com entrada franca. No roteiro do show, que faz parte da série Vertentes Cariocas, parcerias com Waly Salomão que foram gravadas no álbum "Real Grandeza" (Biscoito Fino, 2005), entre elas "Anjo exterminado", "Senhor dos sábados", "Dona de castelo", "Olho de lince", "Mal secreto", "Berceuse criolle" e "Vapor barato". O Parque das Ruínas fica na Rua Murtinho Nobre, 169, em Santa Teresa. O show será ao ar livre, para um público de até 400 pessoas. Se chover, será transferido para um auditório de 120 lugares.

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quinta-feira, 3 de abril de 2008

Barrosinho in concert


Fundador da inigualável Banda Black Rio e criador da maracatamba - gênero musical que funde samba e maracatu -, o trompetista Barrosinho lança o álbum "Praça dos Músicos" (Kalimba Produções) amanhã, às 20h, na Sala Cecília Meireles (Largo da Lapa, 47) com ingressos a R$ 15. No repertório, maravilhas como "Asdrúbal vendeu o trombone", "Saiu do forno agora", "Campos de Goytacases" - feita em homenagem à sua cidade natal - e "Quilombo".

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quarta-feira, 2 de abril de 2008

A volta do Conversa Fiada


Galera da comunidade Volta Conversa Fiada, é hora de comemorar: Marco Palito (com o indefectível e-meia na foto) e sua trupe voltam às lonas culturais em julho. A princípio vão ser pelo menos oito apresentações.
Para quem não conhece, o Conversa Fiada é uma espécie de programa de auditório, criado em 1996, que costumava levar em média 800 pessoas por noite às lonas de Realengo, Bangu e Anchieta - com a maior parte do público sentado no chão, já que a capacidade de cada uma delas é de 350 espectadores. Com uma equipe de 30 pessoas, entre elas cinco artistas fixos - o quadro do Bonequinho Vil é o mais famoso -, o Conversa Fiada também revelou talentos do subúrbio, já que sempre há artistas convidados locais em suas apresentações. Quando a programação estiver fechada, a gente divulga. Leia aqui a história de Marcão.

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segunda-feira, 31 de março de 2008

Água no zuvido



Por Eduardo Souza Lima

O Tantão, é claro, descobriu que ia rolar o tal do Myspace Secret Show na noite de quinta feira passada, mas parece que o evento foi secreto além da conta, já que o Circo Voador estava à meia lona e estavam esperando um público de 600 pessoas. Sorte de quem apareceu lá, pois ver e ouvir Autoramas e Matanza numa mesma noite e no maior conforto foi, nas palavras do amigo Bernardo Araujo, "a realização de um sonho". Eu mesmo só me recuperei agora - mas ainda está saindo agüinha dos ouvidos. Pena que pelo jeito tenha começado na hora - o convite marcava a abertura dos portões para 20h - porque acabei perdendo o show de abertura, do Veneta.

Como têm tocado pouco no Rio, os Autoramas aproveitaram a deixa para mostrar algumas novidades - ou "surpresinhas", segundo o baterista Bacalhau. A começar pela nova baixista, Flávia Couri, que fez o seu terceiro show com o grupo aqui - a estréia foi em São Paulo. A moça, que toca guitarra e canta na banda Doidivinas e com China, entre outros substituiu Selma e com desenvoltura. Na verdade, das três baixistas que passaram pela banda - a outra foi a Simone do Vale - ela é a que toca melhor.

Depois de desfilar o seu repertório matador, o trio apresentou as tais "surpresinhas". O baixista Rodrigo Santos, do Barão Vermelho, subiu ao palco e atacou de Elvis com "Have some fun tonight". Em seguida, o guitarrista Gabriel Thomaz provocou: "Essa você escolheu, agora quem escolhe é a gente", para depois mandar uma versão ensurdecedora de "Monkeybird". No fim, a maior de todas as surpresas: "Seek & destroy", do Metallica (!!!!!).


O Matanza entrou a seguir e conseguiu levantar a terra arrasada. Não serei leviando de tentar descrever o que rolou - quem é fã do Matanza sabe bem do que os caras são capazes e espero que a foto aí em cima dê alguma noção para quem não conhece - pois o nível de álcool nas idéias já estava bem alto. É m´pusica pra beber e pra brigar e acabou-se. Quem quiser pode ver os caras tocando aí embaixo - o som está pavoroso, é claro, mas pelo menos são duas músicas mais devagares das bandas.


Autoramas



Matanza

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quinta-feira, 27 de março de 2008

Joana, Paula, Geórgia e Ricarda


O sonho acabou, disse John Lennon, mas os fãs não se deram por satisfeitos. Caso o amigo leitor esteja no caso, banda Mulheres Cantam Beatles faz show no Espírito das Artes, na Cobal do Humaitá. O nome do grupo já é auto-explicativo e as cantoras Márcia Grisoli (que também toca flauta), Paula Otero e Mariana Dantas (também tecladista) desfilam o repertório dos quatro rapazes de Liverpool acompanhadas por Leandro Souto Maior (guitarra e violão), João Pinaud (baixo) e Rodrigo Machado (bateria). O show começa às 22:30h e os ingressos custam R$ 20,00 (estudantes e idosos pagam meia entrada).

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sexta-feira, 14 de março de 2008

Interpol tocando e a chuva caindo


Por Toinho Castro

O Interpol, essa é a verdade, tocou no Rio de Janeiro num dia de muita chuva, em que goteiras completavam o cenário mambembe da Fundição Progresso, o centro de shows e entretenimentos que nunca. Enquanto escrevo isso, no assim chamado dia seguinte, ainda chove e a bela "No I in threesome" toca no meu computador. Ontem e hoje, Interpol tocando e a chuva caindo. Apropriado.

Poucos momentos na existência breve sobre esse planeta comparam-se ao intante, logo antes de uma grande banda entrar no palco, em que as luzes se apagam, porque há coisas que só o rock'n'roll faz por você. O Interpol é uma grande banda, com seus três ótimos discos. Sim, que fique claro que eu gosto e que não me arrependo. Valeu todos os pingos de chuva que fui obrigado a a suportar, fora e dentro da arena, porque o concerto foi poderoso e belo. Estamos falando de uma banda de rock que flerta com os tais anos oitenta e, ao contrário de tantos, não vejo qualquer problema nisso. Não creio que haja problema em fazer música renascentista, porque haveria em dedicar-se às sonoridades por vezes soturnas, mas precisas e intensas de certos dias dos anos oitenta, pelo menos alguns daqueles dias?


"Pioneer to the falls" abriu o show, com a fotografia da capa do último disco, "Our love to admire", projetada no fundo do palco, como uma advertência sobre o amor e sobre crueldades similares. Não me pergutem o set list e coisas do gênero... que eu não saberia dizer. Sei que tocaram a pérola "No I in threesome", que ontem foi mesmo "Throught the storm and the lights...". Os membros da banda haviam embarcado conosco, o baterista fumava e empurrava a todos nós com seu ritmo incansável. Sei lá se ele é um bom baterista, não penso nessas coisa quando gosto de uma música.

Através da tempestade que vacinava a cidade contra o mau-olhado ouvimos o desenrolar de "NYC", que tem o verso "I know you've supported me for a long time / somehow i'm not impressed / Pace is the trick, Stella was a diver and she was always down" (aguardada com carinho) e "Rest my chemestry" (que me lembrou Raquel, lá no Recife... "You look so young, so sweet so surprised / you look so young, like a daisy in my lazy eye"). "Leif Erikson" me é particularmente querida e não posso escutá-la sem pensar em muitas coisas graves, importantes... sabe-se lá a razão. Eles tocaram "Leif Erikson" e eu estava lá, com meus amigos e se não é por isso que se vai a um concerto, então é melhor não ir. É melhor fazer outra coisa.


Nisso tudo havia o eco do Joy Division, percorrendo, mais que ao som do Interpol, a memória. A voz de Paul não é atormentada como a de Ian Curtis. É uma voz potente, de quem sabe o que está cantando, firme. Por vezes foi engolida pela péssima acústica dessa arena, que vou parar de criticar, mas voltava à tona luminosa, em belos versos e um coro que da platéia acompanhava cada linha. Os primeiros versos de "Evil", "Rosamary, heaven restores you in life..." foram coroados por essa sintonia, num grande momento do show.

Em "Not even jail", cheia de vigor, o show foi interrompido, em meio a olhares de desconcerto e surpresa da banda. Reza a lenda, alguém teria levado um choque no palco... o guitarrista? Por causa da chuva que insistia em cair sobre a banda, em homenagem, talve pouco apropriada, à sua melancolia. O show foi interrompido por tantos minutos, mas entre dúvidas sabíamos que eles voltariam. E voltaram com força total.


O bis com uma única canção, "Untitled", para a frustração de Lia, encerrou a estranha noite chuvosa. Havíamos atrevessado um mar denso, acinzentado mas cheio de beleza, como o que deve ter contemplado o velho "Leif Erikson" no seu rumo e que ainda deve contemplar, enquanto o Interpol toca sua música sobre a terra. Eu estava lá com meus amigos.

P.S.: Nem vou falar uma únca palavra sobre o Jamari França, que torceu o nariz, no blog dele para o show do Interpol. Ele prefere o Frejat. Tudo bem.


30 segundos inaudíveis do show do Interpol

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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Pop itinerante


Hoje tem show da Companhia Intinerante no Cinemathèque Jam Club (Rua Voluntários da Pátria, 53, Botafogo). A banda formada por Caio Figueiredo (voz e guitarra), Chico Junqueira (baixo e voz),
David Bessler (guitarra e voz), Diogo Salles (guitarra e voz) e Jonathan Gregory (bateria e percussão) lança o seu novo álgum, "Sendo eu", a partir da 20h.

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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Dos subterrâneos do Morro do Castelo


Por Eduardo Souza Lima

Os crias dos infernos aí do lado, em foto de Marcio Roberto, são os Monstros do Ula Ula. Se você ainda não teve o prazer de conhecê-los, pode fazer isso no My Space, no blog deles, no Fotolog, no Orkut, ou no vídeo aí embaixo - tá mal gravado pra dedéu, mas foi o Kadu, ex-baterista deles, que botou no YouTube; também dá pra assistir ao videoclipe de "Babe Ula Ula" aqui. Ou ver os caras ao vivo amanhã, de graça (com Super Hifi e Os Gatunos), a partir das 18h, na calçada em frente ao no La Cucaracha Bazar e Galeria (Rua Teixeira de Melo 31, Ipanema, junto à Praça General Osório). Os Monstros do Ula Ula são Lucky Luciano (vocal), Diba Delgado (guitarra e vocais), Kalango (guitarra e vocais), o formidável
Formigão (baixo) e Pedrosa (bateria).


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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

"Festeiro" no CCC


Foto de Clara Grivichich

O saxofonista e flautista Alexandre Caldi - Garrafieira, Sincronia Carioca e LiberTango, entre outros - lança hoje, a partir das 21h, no Centro Cultural Carioca (Rua do Teatro, 37, Centro), "Festeiro", seu primeiro álbum solo. O disco é quase todo de composições próprias do músico, mas traz também versões bem bacanas de canções como "Canto de Xangô" (Baden Powell e Vinicius de Moraes) e "Deixa a menina" (Chico Buarque). Alexandre toca acompanhado de Nando Duarte (violão e guitarra), Marcelo Caldi (acordeão e teclados), Rodrigo Villa (baixo), Fábio Luna (percussão) e Carlos César Motta (bateria). O show terá as participações especiais do violinista Nicolas Krassik e do saxofonista Mauro Senise. Os ingressos custam R$ 20.

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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Gonzagão, Gonzaguinha e Clara


Clara Becker canta Gonzagão (1912-1989) e Gonzaguinha (1945-1991) amanhã, sábado (às 19h) e domingo (às 18h) no show Dois Maior de Grande, na Sala Baden Powell (Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 360). No roteiro do show, que foi inspirado no disco homônimo da cantora, músicas como "Assum preto" e "Estrada de Canindé", de Gonzagão, e "Com a perna no mundo" e "Sangrando", de Gonzaguinha, com arranjos de Leandro Braga. A cantora será acompanhada por Leandro Braga (piano e direção musical), Kiko Horta (acordeon), Jamil Joanes (contrabaixo), Felipe Poli (violão) e Pretinho da Serrinha (percussão). A iluminação é de Aurélio de Simoni; o cenário, de Renato Theobaldo; o figurino, de Leopoldo Pacheco; e a foto que ilustra este post, de Monica Ramalho. Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (estudantes e maiores de 60 anos).

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sábado, 26 de janeiro de 2008

MPB e poesia


A cantora Claudette Ferraz e o poeta, teatrólogo e compositor Paulo César Feital fazem show hoje (às 21h) e amanhã (às 20h) no Solar de Botafogo (Rua General Polidoro, 180, Botafogo). No repertório, Lamartine Babo, Noel Rosa, Ary Barroso, Lupicínio Rodrigues, Chiquinha Gonzaga, Chocolate, Catulo da Paixão Cearense, Mário Rossi e Marino Pinto, João de Barro, Ataulfo Alves, Cartola, Luiz Gonzaga, Evaldo Gouveia, Jair Amorim e uma homenagem aos 25 anos da morte de Elis Regina. Os ingressos custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia) e o Solar de Botafogo tem acesso especial para deficientes físicos.

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terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Cantos de candomblé


A cantora baiana Glória Bomfim (em foto de Carol de Hollanda) lança hoje, a partir das 20h, no Trapiche Gamboa (Rua Sacadura Cabral, 155) seu disco de estréia, "Santo e Orixá", do selo Sambaqui, da Acari Records. Gravado entre maio e julho de 2007, o álbum traz 14 faixas, entre elas "Ogum menino", "Bambueiro" e "Revolta dos malês". O repertório é todo de inéditas do compositor Paulo César Pinheiro e transita sobre o universo dos rituais e da simbologia do candomblé. Os ingressos custam R$ 12.

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